sexta-feira, 29 de julho de 2011

Legislação atual sobre o recente Sistema de Certificação de Entidades Formadoras

Legislação e documentação actual - Certificação

Portaria nº 851/2010, de 6 de Setembro. Diário da República nº 173 - I Série. Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação. Lisboa;

Portaria nº 994/2010, de 29 de Setembro. Diário da República nº 190 - I Série. Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação. Lisboa;

Portaria nº 256/2005, de 16 de Março. Diário da República nº 53 - I Série. Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho. Lisboa;

Portaria nº 1196/2010, de 24 de Novembro. Diário da República nº 228 - I Série. Ministérios das Finanças e da Administração Pública e do Trabalho e da Solidariedade Social. Lisboa;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Apresentação do Sistema de Certificação. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Programa Geral das sessões Informativas. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Guia do Sistema de Certificação de Entidades Formadoras - Sistema e Requisitos de Certificação - versão 1.11. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direcção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Etapas para a certificação da entidade formadora. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Guia rápido do pedido de certificação. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Guião orientador do MQAF . Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Ficha Curricular. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Manual do Utilizador da Plataforma Electrónica. Acedido em 12 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Perguntas Frequentes - certificação entidade formadoras - Julho 2011. Acedido em 29 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/;

Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação – DSQA (2011). Perguntas Frequentes - Formandos - Julho 2011. Acedido em 29 de Julho de 2011, em: http://certifica.dgert.mtss.gov.pt/.


Legislação anterior - Acreditação

Portaria nº 782/1997, de 29 de Agosto. Diário da República nº 199 - I Série. Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território, da Economia, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, da Educação, da Saúde, para a Qualificação e o Emprego e da Solidariedade e Segurança Social. Lisboa;

Portaria nº 1119/1997, de 5 de Novembro. Diário da República nº 199 - I Série. Ministério para a Qualificação e o Emprego. Lisboa.


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Uma visão macro e microscópica do design educativo

O design educativo remete para uma “nova” função relacionada com o ensino/formação e a construção de um projecto educativo, ao nível dos cursos e dos respectivos programas. Será mais uma das atribuições do Gestor de Sistemas e-learning, de forma directa ou através do acompanhamento, nos casos de outsourcing, sendo fundamental para o sucesso do processo de ensino/formação.

Em primeiro lugar, realço alguns dos aspectos que considero importantes ao nível macro, ou seja, no design de cursos:
  1. A necessidade cada vez mais maior de assumirmos uma linha “market oriented”;
  2. Definir correctamente os objectivos e competências no momento da construção dos cursos e respectivos programas;
  3. Incrementar e valorizar a flexibilidade física e temporal de que dispomos nos processos de ensino à distância (muito útil para a tipologia Blended);
  4. Fomentar a interacção, colaboração e diversificação entre alunos-professores-conteúdos-mercado.
Por último, a vertente mais micro relacionada com o design dos programas:
  1. Definir a estratégia correcta de modo a cumprirmos com sucesso os objectivos definidos ao nível do curso;
  2. É importante que o desenvolvimento dos conteúdos seja executado por especialistas que garantam um conhecimento profundo do mercado de modo a cruzar as necessidades detectadas na instituição com o mercado (casos de cursos à medida);
  3. Produzir materiais user-friendly, interactivos e apelativos até porque muitos destes objectos farão a ponte entre os alunos e o conhecimento devendo ser este momento interessante, motivador e respeitador das principais tendências do mercado;
  4. Distribuir os diversos elementos de avaliação ao longo do programa, diversificando momentos e tipos de avaliação. 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Smart.learning? Yes or No? Yes

Tive já oportunidade de conhecer melhor a aplicação da Smart.fm, nas versões para Iphone e PC. A Smart.fm, empresa que produz a solução, foca a intervenção ao nível da relação “princípios científicos da aprendizagem – ferramentas Web”. Vale a pena conhecer a apresentação em http://www.youtube.com/watch?v=fzNEFtZ1tY8, comercialmente muito esclarecedora e apelativa. No entanto, pela reduzido período de experimentação não poderei confirmar a promessa da empresa -  aprendermos da forma mais rápida do mundo!

Gostava de realçar alguns aspectos que me parecem importantes ao nível do “Design Educativo” e ainda em relação à “Tecnologia e Educação”. A solução apresenta um desenho educativo que cumpre algumas das premissas para um correcto desenvolvimento: flexibilidade temporal e ritmo individualizado na aquisição de conhecimentos. Também de realçar a própria produção, que considero bastante user-friendly, recordando-nos, mais uma vez, que é importante que os objectos formativos sejam apelativos e fáceis de utilizar.

Em relação à solução tecnológica, em que assenta todo o processo de aprendizagem, penso funcionar efectivamente como um objecto formativo, capaz de assumir diferentes formatos consoante o hardware utilizado o que permite aprendermos em momentos diferentes, com equipamentos diferentes. De referir ainda que a Smart.fm assenta a aprendizagem na metodologia pergunta-resposta, que defendo ser bastante útil, permitindo melhor memorização e um feedback imediato durante todo o processo. 

Contrariamente a algumas metodologias tradicionais, focadas na relação unidireccional, a Smart.fm mostra ser possível, em especial nos momentos assíncronos, manter a interactividade e interesse, estímulos e condições essenciais durante todo o processo de aprendizagem.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

TIC's educativas versus TIC's para a Educação

Não consigo imaginar um sistema de ensino onde a própria tecnologia se sobreponha à pedagogia. Identifico-me com “os 3 campos de Barbier e Lesne” uma vez que configuram uma concordância entre método, ferramentas e objectivos. Muitas vezes encontramos algumas situações em que as TIC estão perfeitamente enviesadas do modelo de ensino funcionando exactamente ao contrário do pretendido, ou seja, fora do contexto e do modelo pedagógico definido.

“As tecnologias sempre fascinaram os homens, as actuais são ainda mais atraentes e repletas de esperança. Utilizadas sem imaginação, é grande o risco de fossilizarem as nossas práticas pedagógicas. Sem darmos por isso, a miragem tecnológica arrisca-se a conduzir-nos por um verdadeiro deserto pedagógico...” (M. Lebrun, 2002: 227). 

sábado, 2 de julho de 2011

SCORM Demystified

Integrar os SIC no ensino ou mudar o ensino para integrar os SIC: uma questão de formação ou de transformação?

A complexidade que rodeia a sociedade de hoje tem preterido a reflexão em prol da acção. Encontramo-nos no momento de tomarmos decisões que alterem hábitos, estratégias e métodos. A transformação do ensino resultará na efectiva integração dos SIC, caso contrário, será interessante ter um quadro interactivo na sala de aula, para o professor apenas o utilizar como um simples whiteboard?
Esta necessidade de transformação torna-se mais consciente “se expandirmos e reformularmos a nossa ideia sobre o pensamento humano” deste modo “podemos conceber melhores formas de avaliar e educar” (Gardner, 2001). Também Siemens (2009) refere que necessitamos de ter habilidade para “pensarmos como pensamos”.
É preciso reformularmos o método. “Na verdade, o método define-se pela possibilidade de encontrar nos detalhes da vida concreta e individual, a totalidade de seu significado aberto” (Morin, 2003). Esta transformação do método transportará todos os “actores” do ensino para o próximo grande desafio, uma vez que “o drama da pedagogia é que os melhores métodos são os mais difíceis” (Piaget, 1985). Estamos pois perante uma nova pedagogia que exige uma efectiva transformação do modo de ensinar, muito mais que uma mera formação ou reciclagem.